Em proposta de reforma tributária, o governo brasileiro planeja começar a cobrar imposto de 0,4% em transações de saques e depósitos em dinheiro. A cobrança faz parte da ideia do imposto sobre pagamentos, defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Para pagamentos no débito e no crédito, a porcentagem inicial planejada é de 0,2%, para pagador e recebedor. As cobranças vem sendo comparadas à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

De acordo com o UOL, a expectativa do governo é usar o novo imposto para substituir gradualmente a tributação sobre salários. As taxas tendem a crescer após a criação.

Em entrevista para a Folha de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a criação de um novo imposto que se assemelhe à antiga CPMF deve ter uma compensação para a população. Segundo Marcelo de Souza Silva, secretário especial adjunto da Receita Federal, declarou que a reforma vai propor benefícios como ampliação da faixa de isenções e reembolso de impostos à baixa renda.

Fonte: Aratu Online