O Vitória resolveu dar um ultimato à Fonte Nova Negócios e Participações S.A, empresa que administra a Arena Fonte Nova, após falha das negociações do consórcio com o clube rubro-negro.

Em nota publicada no site oficial do clube – no último dia 19 – e assinada pelo presidente Paulo Roberto de Souza Carneiro, o Vitória cobra “uma resposta ao requerimento no prazo máximo de 72 horas” da empresa.

Ainda segundo o texto, caso não haja resposta dentro do prazo – que, na teoria, encerra-se nesta quinta-feira (22/8) -, o clube irá entender ” como caracterizado DESINTERESSE/RESISTÊNCIA desta concessionária na celebração do respectivo contrato, oportunidade que seremos compelidos a adoção de medidas jurídicas cabíveis”.

Após mais de 100 dias de negociação, o Consórcio explicou, em nota (confira abaixo), o motivo pelo qual não houve êxito de um acordo com o rubro-negro. “Com base no seu Contrato de Concessão, a Arena Fonte Nova só pode fechar um novo contrato, respeitando a isonomia dos que já estão em vigor. Contudo, o Esporte Clube Vitória não aceita todas as condições previstas no contrato de longo prazo que a Arena dispõe hoje com o Esporte Clube Bahia”, diz o texto.

Porém, o principal ponto questionado pelo Vitória é um aditivo incluído no dia 2 de janeiro, que passou a exigir uma quantidade mínima de 12 mil sócios adimplentes com o objetivo de gerar uma “segurança” para a parceria comercial.

Caso não tenha essa quantidade de associados, o Bahia precisa indenizar a Arena. A diretoria do Vitória quer ter direito de poder fechar a parceria com a mesma regra inserida no primeiro aditivo (confira nota abaixo). Em resumo: ter os mesmos nove meses sem garantia mínima de sócios.

Fonte: Aratu Online