Foto: Direção do Centro de Cultura

Revoltado com a ausência do cantor de arrocha Luanzinho, dezenas de pessoas promoveram um verdadeiro quebra-quebra nas instalações do espaço do show na parte externa do Centro de Cultura de Alagoinhas, na madrugada deste domingo (2/6), sendo necessário a atuação de duas guarnições da Polícia Militar para conter a fúria do público.

A revolta se deu em função da ausência de uma das quatro atrações no evento, o cantor de arrocha Luanzinho, previsto para acontecer entre 1h00h e 1h30 da madrugada, o que não ocorreu até às 5h da manhã, quando o público percebeu que não haveria a presença do artista sergipano.

Em nota enviada ao site Portal Alagoinhas News, o artista disse que aguardou mais de 3 horas na cidade, para que fosse cumprido as obrigações do contrante, sem sucesso, infelizmente não pode se apresentar no evento.

As outras três atrações se apresentaram normalmente, mas o cantor Luanzinho não deu as caras. “Vim aqui para ver o show do Luanzinho, agora quero o meu dinheiro de volta e concordo com os atos de depredação, feitos por quem foi enganado”, disse um jovem de aproximadamente 19 anos que não quis se identificar.

Outro jovem disse que não concordava com a atitude de quebra-quebra promovido por umas 50 pessoas, pois aquele era uma patrimônio público, útil a todos os presentes. O ato destruiu toda a estrutura montada pela produção, quebrou cinco portas de vidro do Foyer do Centro de Cultura e deixou um rastro de destruição.

A direção do Centro de Cultura disse que a Secult – Secretaria de Cultura, só vai se manifestar sobre o assunto amanhã. Tárcio Mota adiantou que está previsto em contrato o ressarcimento a todo e qualquer prejuízo físico às dependências do Centro de Cultura.

Em nota, Vanderley lago, diretor da Quatro Produções,disse que todos que participaram do Arraiá do Luanzinho, a fim de esclarecer que o acordo financeiro com o cantor Luanzinho Moraes era de 15.000,00, onde foi depositado 4.000,00 e sendo que 600,00 teria sido depositado no banco Bradesco online, no horário de 17h38 na sexta feira dia 31/05, após acordo com a produção do artista da Bahia e de Sergipe.

Tendo em vista, que um evento gratuito que estava sendo realizado na cidade, houve um acordo para reduzir o valor para 10.000, como já disponível 4.000 com o artista, a produção do evento repassou mais 6.000 completando os 10.000 acordado naquele momento, restando apenas 600,00 que já estaria na conta da empresa, mas eles alegavam que o financeiro não tinha o reconhecimento do pagamento, obrigando o mesmo a pagar mais 600,00, foi solicitado que o artista viesse ao local do evento que lá repassaria este valor antes da apresentação do artista, o que é de praxe nos eventos.

Foi quando as 2 produtoras, devolveram, parte do valor que era de 6.000 e pediu para ir ao encontro da banda que se encontrava no forno a lenha, ao chegar no local percebi que os mesmos não se encontravam mais lá, somente um acompanhante do artista em um Fiorino, onde nos foi comunicado, que a banda tinha ido jantar não nos passando a localização correta, foi quando as 2 produtoras chegaram ao local e informaram que a banda tinha ido embora sem que o empresário da mesma tivesse aberto diálogo com a produção do evento. Sem dar ao menos uma satisfação aos seus fãs, que estavam presentes no evento, aguardando o show da banda.

Fonte: Gazeta dos Municípios