Simões Filho: Creche é interditada por risco de desabamento e centenas de crianças ficam sem aula - Portal Alagoinhas News | Notícias de Alagoinhas e Região

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quinta-feira, março 14, 2019

Simões Filho: Creche é interditada por risco de desabamento e centenas de crianças ficam sem aula

Mais uma creche/escola deixa de atender as necessidades de centenas de crianças e seus pais, por falta de compromisso e da intervenção necessária da Prefeitura de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

O caos instaurado no município chega a área de educação e tem causado revolta em boa parte da população, especialmente nos pais e mães de família que precisam trabalhar e estão sem opção de deixarem seus filhos na escola, lugar onde eles realmente deveriam estar. 

De acordo com mães de alunos da creche Idalia Clemente Braga Bertoso, localizada no bairro Ilha de São João, as aulas foram suspensas na escola depois que engenheiros estiveram na unidade e interditaram o prédio por risco de desabamento. Cerca 174 crianças estudam na unidade de ensino.

Segundo as mães, embora a prefeitura tenha feito uma suposta reforma na Idália Clemente, o prédio vem apresentando rachaduras e outras evidências de que o local não é apropriado para funcionar como unidade escolar.

Ainda segundo as mães, mesmo tendo conhecimento do caso, o prefeito Diógenes Tolentino não tomou nenhuma providência até o ponto da interdição do prédio, deixando inclusive as crianças matriculadas na creche sem aula, por tempo indeterminado.

“A escola fechou porque tá toda rachada e o prefeito não tomou nenhuma providência, ninguém ainda. As aulas foram suspensas, pois o laudo dos engenheiros disse que o problema é muito grave”, explicou a mãe Maria Eduarda, que estuda na unidade de ensino.

Para dona de casa Bruna Santos, de 24 anos, a suspensão das aulas sem nenhuma alternativa apresentada no sentido de garantir o encaminhamento desses alunos para outras unidades prejudica não só a rotina da família como, principalmente o processo de ensino aprendizagem das crianças.

“Até hoje eles não resolveram nada. Apenas suspenderam as aulas para não cair nada na cabeça das crianças né? Eu tenho um filho que estuda lá pela tarde, ele tem 4 anos”, disse Bruna bastante chateada.

Revoltadas com a situação, os pais prometem se reunir, em frente ao prédio da escola, na manhã desta quinta-feira (14/03) para realizar um protesto, com a finalidade de chamar a atenção das autoridades competentes para as dificuldades enfrentadas por essas crianças.

Fonte: Simões Filho Online
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