História do Alagoinhas Atlético Clube


Escudo do AAC
Alagoinhas Atlético Clube ou Atlético de Alagoinhas é um clube de futebol baiano com sede em Alagoinhas, no estado da Bahia.


Fundação

Após análises dos sucessivos sucessos dos campeonatos de futebol amador da cidade de Alagoinhas, em que destacavam-se o Grêmio, Ferroviário, Agulha, Juventus, Botafogo e Gato Preto, e das participações da Seleção Alagoinhense nos campeonatos intermunicipais de seleções, com a inauguração do Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro (Estádio Antônio Carneiro - o Carneirão), os desportistas de Alagoinhas, resolveram fundar e inscrever um clube para disputa do Campeonato Baiano de Futebol. Como o clubismo era muito grande, foi consenso a fundação de um outro clube que não os já existentes, daí o Alagoinhas Atlético Clube, fundado em 2 de abril de 1970.

Escudo e Bandeira 

Sócio fundador, conselheiro e torcedor apaixonado, Saturnino Peixoto Pinto concentrou seu poder de imaginação para criar o escudo do Atlético, clube de seu coração e, explicando seu significado:“O escudo é de forma circular e sua periferia é contornada por uma roda dentada em esmalte sable (preto), significando pela forma, o trabalho e, pela cor, a prudência e o poder. Segue-se a faixa concêntrica em metal prata (brancol), significando pureza e paz, Nessa faixa está colocada a legenda Alagoinhas Atlético Clube, sendo separada por três estrelas que representam os elementos da natureza: Terra, Água e Ar. O círculo central, em esmalte galês (vermelho), significa soberania e luta e nele está localizada as letras “AAC”, de traçado concêntrico e em metal prata (branco)".

O Estádio

Estádio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro, apelidado de Carneirão, é um estádio de futebol localizado na cidade de Alagoinhas, no estado da Bahia, atende ao Alagoinhas Atlético Clube e possui capacidade para 12.000 espectadores.
Estadio Municipal Antônio de Figueiredo Carneiro,
apelidado de Carneirão.
No final de 2006 e início de 2007 teve início uma ampla reforma no estádio que consiste na reforma total do gramado, instalação de 4 mil cadeiras, e sistema de iluminação que permitirá a prática de jogos noturnos e sua transmmissão ao vivo.
A variedade adquirida para o gramado do estádio foi a esmeralda imperial, ideal para a prática esportiva. Essa variedade tem como principais características a boa tolerância à seca, pouco exigente quanto à qualidade do solo, requer menos adubação para o seu desenvolvimento, suporta bem possíveis desajustes na freqüência de podas, excelente recuperação ao stress e pode ser irrigada com água de baixa qualidade.
No dia 2 de março de 2007 o Atlético re-inaugurou o gramado do Carneirão, em treino aberto para a torcida.

Símbolo e Mascote
Mascote do Clube
Para a festa que a cidade de Alagoinhas preparou para inauguração do Estádio do Carneirão em 24 de janeiro de 1971, com o jogo Bahia 3 - 1 Corinthians (que tinha como principal atração o tri-campeão mundial Roberto Rivelino), foi reservado a emoção de naquele dia, ver nascer o símbolo do Atlético, o Carcará.
O "pai da ideia" foi o desportista, conselheiro e sócio-fundador Heraldo Aragão. Com outros desportistas (Edvalson Lima e Walter Campos), todos eles sentiram a necessidade de criarem um fato que lembrasse o Atlético, nesse evento, que seria a invenção do símbolo do clube. O Radialista Antonio Pondé visualizou um boneco, com a cabeça em forma de laranja, para ser o mascote, o que não vingou. Na época, havia um feirante que vendia folhas medicinais que possuía um pássaro, o carcará, que fora lembrado por Heraldo e, procurando-o, combinou para no dia dessa festa, levasse seu pássaro para o estádio e desse uma exibição diante da torcida. Foi uma sensação, mas diante de tanta gente, o animal ficou assustado e, bateu asas sumindo, levando o dono ao desespero, pela perda, vindo a cobrar do pai da ideia, a quantia de 50 mil cruzeiros de indenização. Mas felizmente o pássaro voltou, para alegria não só do dono, como também, de Heraldo Aragão que seria obrigado a desembolsar tal quantia.
A partir daí, o Carcará, já consagrado, passou a ser o símbolo do Atlético.
Nota – O Carcará:Ave de Rapina – Espécie de águia que vive no Nordeste do Brasil. Ave de bico forte e adunco, com fortes garras.

Trajetória
Com a documentação em dia, diretoria já constituída, com o time formado e o Estádio Antonio Carneiro (o Carneirão), pronto, só faltava disputar o campeonato baiano de profissionais.
A diretoria do Atlético fora à Federação Baiana de Futebol para convencer ao então interventor, Dr. Cícero Bahia Dantas, à inclusão no campeonato. Mesmo não garantindo, prometeu lutar, alegando as qualidades do Estádio do Carneirão, que era um dos melhores do estado. Não deu tempo em atender a reivindicação por Ter sido substituído pelo Dr. Jorge Radel que deu a triste notícia: “o Atlético não deverá participar do campeonato de 71, os novos estatutos não permitem”.
Com o prestígio do então Prefeito de Alagoinhas, Dr. Murilo Cavalcante, que levou a Diretoria ao Governador do Estado, Dr. Luiz Viana Filho, para exporem a situação, veio o sinal verde, após interferir junto a FBF.

A Estreia 
A primeira partida amistosa, disputada pelo Atlético, foi em 30 de janeiro de 1971, num jogo amistoso, no Estádio do Carneirão, contra o Fluminense de Feira de Santana, em que fora vencido pelo placar de 1 x 0.
A primeira partida oficial, válida pelo Campeonato Baiano/71, foi no dia 11 de abril de 1971, também no Carneirão, contra o Leônico, em que o Atlético venceu pelo escore de 2 x 1. O primeiro gol surgiu aos 37 minutos da fase inicial, quando Dida recebeu um lançamento de Olívio, driblou dois zagueiros e da entrada da grande área, chutou no ângulo esquerdo do goleiro “adversário”, sem chance de defesa. Alegria total nas arquibancadas, era gol do Atlético. No segundo tempo, o Leônico voltou ameaçador empatando aos 18 minutos, emudecendo por completo a plateia que lotava o estádio. Mas, houve uma reação, jogando melhor e, aos 43 minutos, Dida aproveitando a cobrança de um escanteio, pela direita, fez um bonito gol, levando a torcida ao delírio e, um carnaval tomou conta da cidade. Era o Atlético ingressando no cenário esportivo profissional.

Torcidas Organizadas

Uma das Torcidas Organizadas do AAC
  • Nação Carcará - Fundada em 1º de janeiro de 2008 pelos torcedores Anádio Fonseca, Anderson Fonseca, Antonio Alberto Barbosa (in memoriam), Rodrigo Mercês.
  • Jovem Coral - Fundada pelos torcedores Gilberto Araújo e Almiro Abade.
  • Raça Independete- Fundada pelos torcedores Caio Schramm, Danilo Villa Flor,Leo Santos e Ivo Nogueira
  • Torcida Caveirão Carcará - Fundada por jovens torcedores Atleticanos moradores do conjunto pinto de aguiar os quais tem em mente apoiar o carcará em qualquer lugar.
  • Torcida Organizada Só Canta Atlético - Fundada no final de 2012 com o intuito de cantar e apoiar o time durante todo o jogo, a torcida tem em media 5 ou 6 torcedores que nunca cansam de cantar para apoiar o carcará cantando sua principal musica chamada Atlético. Os fundadores são:
João Henrique Santos, Juaneison Silva, Felipe Sampaio (Diretor Principal)

Ídolos
  • Vaguinho
  • Robert
  • Américo
  • Barriga Azul (Técnico)
  • Bené
  • Bigú
  • Dendê
  • Ênio
  • Hélio
  • Luciano
  • Merica
  • Meruca
  • Russo
  • Silva Paraíba
  • Zé Augusto
  • Dida
  • Zelito do Bamba
  • Márcio Pato Rouco
  • Oliveira

Presidentes 

1971 – Walter Robatto Campos
1972 – Solon Barros Junior
1973 – Linaldo José de Almeida Rabelo
1974 – 1975 – Manoel Hipólito da Silva
1976 – 1977 – José Ribeiro Libório / Jefferson Vila Nova
1978 – 1979 – Francisco Ferreira da Costa Filho
1980 – Jefferson Vila Nova
1981 – Jorge Alberto Valverde Souza / Sidney Costa Leal
1982 – 1983 – Nailton Neto Rabelo
1984 – 1985 – Filadelfo Neto Pinto Meireles
1988 - 1989 - Antônio Alberto Barbosa da Silva
1997 – 1998 – Albino Costa Leite
1999 – 2000 – Albino Costa Leite
2001 - Genival Cardoso Dantas
2001 – 2002 – Otoniel Fagundes Saraiva
2002 – 2003 – Ulysses
2003 - 2004 - Raimundo Queiróz
2004 - 2006 - Vado
2006 - 2008 - Raimundo Queiróz
2008 - Albino Costa Leite
2008 - Raimundo Queiroz

2013 - Ferreira

Títulos 

Categorias de Base

Estadual
CompetiçãoTítulosTemporadas
WikiCup Trophy Gold.pngCampeonato Baiano de Futebol de Juniores11982
WikiCup Trophy Gold.pngCopa Gazetinha Infanto-Juvenil11999
WikiCup Trophy Gold.pngIV Copa Interestadual Nordestina Sub-2012001
Campanhas em Destaque
  • 2º Lugar: Campeonato Baiano: 1973.
  • 2º Lugar: Copa Governador do Estado da Bahia: 2010 e 2011.
  • 2º Lugar: Campeonato Baiano - 2ª Divisão: 1993 e 1998.

      Ranking da CBF
      • Posição: 148º
      • Pontuação: 32 pontos
      Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

      Fonte: Wikipédia

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