sábado, março 17, 2018

Pojuca: Vigilância de Epidemiologia alerta para casos de tuberculose no município

 sábado, março 17, 2018  |  Redação PAN  Notícias do Estado da Bahia

A Coordenação de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Pojuca, buscando a segurança da saúde da população do nosso município, vem intensificando os trabalhos para que doenças como febre amarela, dengue, zica, chicungunya e tuberculose, por exemplo, não tenham espaço em Pojuca.

E é exatamente em relação à tuberculose que a SESAU, através da Vigilância Epidemiológica, está concentrando mais atenção. Isso porque o município registrou no ano de 2017 10 casos confirmados da doença. Este ano já são 8 casos confirmados. Dos 8 casos, 6 já estão recebendo tratamento e mais dois ainda estão sob investigação mais apurada.

O Brasil ocupa hoje a 16ª posição no ranking de 22 países que concentram 80% dos casos da doença no mundo. Contudo, o país está na linha de frente no combate à tuberculose no mundo.

Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da SESAU, Bartira Régis, a tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta os pulmões e outros tecidos e órgãos, e pode ser grave caso não seja tratada.

SINTOMAS

Ainda segundo a SESAU os principais sintomas da tuberculose são: tosse por três semanas consecutivas, febre, catarro, cansaço, perda de apetite, emagrecimento, palidez, sudorese noturna, rouquidão, falta de ar e dor no peito.

DIAGNÓSTICO

É realizado de maneira simples com avaliação e exame medico clinico, raios-X do tórax, aliado a coleta de escarros do individuo com suspeita de tuberculose. Em seguida esse material é submetido a baciloscopia.

TRATAMENTO

1 – Tratamento com duração de seis meses;

2 – Nos primeiros 20 dias após início das medicações o paciente já apresenta melhora significativa dos sintomas. Mas alguns abandonam o tratamento;

3 – a doença pode estar associada ao alcoolismo, HIV e uso de drogas, o que dificulta a continuidade correta do tratamento.

PAPEL DO PROFISSIONAL DA SAÚDE

1  – Vacinação de BCG em recém nascidos;

2  – Controle e busca ativas dos faltosos para vacinação;

3  – Consulta com os profissionais de saúde nas UBSs;

4  – Para os pacientes que necessitam de controle, realizar o tratamento diretamente observado, garantindo assim o tratamento adequado;

5  – Vigilância Epidemiológica constante;

6  – Realizar notificação para o Ministério da Saúde.

Fonte: Prefeitura de Pojuca


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