domingo, outubro 29, 2017

SP: Polícia pede prisão preventiva de empresário suspeito de estupros e roubos

 domingo, outubro 29, 2017  |  Redação PAN  Brasil

Polícia Civil de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva do empresário Adson Muniz Santos, detido desde o início deste mês por suspeita de cometer uma série de estupros e roubos a mulheres em São Paulo. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), ele foi indiciado por pelo menos oito crimes contra 24 vítimas, que o reconheceram.

De acordo com a SSP, ele responderá pelos crimes de estupro, roubo, sequestro, contravenção penal, uso de documento público e identidade falsos, perturbação da tranquilidade e importunação ofensiva ao pudor. Os ataques teriam começado em 2012.

 Em declarações à imprensa, o homem de 34 anos negou ter cometido os crimes. "Essas acusações, a maioria delas, são falsas”, havia dito ele, que alegou sofrer um transtorno mental e pediu um tratamento para se “curar”.

O pedido de prisão preventiva, por prazo indeterminado, será decidido pela Justiça até o dia 9 de novembro, quando termina o prazo da temporária dele.

A solicitação deverá ser encaminhada ao Ministério Público (MP) para que o promotor do caso se manifeste a favor ou contra a manutenção da prisão. Adson está detido na carceragem do 77º Distrito Policial (DP), Santa Cecília, região central da capital.

A reportagem não conseguiu localizar a delegada Cristine Nascimento, da 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que investiga os crimes atribuídos a Adson. Em algumas entrevistas, ela havia dito que “ele não pode ficar solto" porque "é um predador sexual".

Vítimas que reconheceram Adson disseram à reportagem que Adson mostrava fotos dele nas redes sociais ao lado de políticos, famosos, celebridades e ostentando uma vida de luxo, com carros importados e viagens pelo mundo, como uma 'isca' para se aproximar de quem abordava.

Entre os disfarces para ganhar a confiança das vítimas, ele fingia ser produtor de TV. Quando não era correspondido, Adson as ameaçava com uma arma de brinquedo, mostrando um distintivo, dizendo ser policial federal. Em outras ocasiões, chegava até mesmo a dizer que era amigo do preso Marcola, Marcos Willians Herbas Camacho, uma das lideranças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), para intimidar as mulheres.

Fonte: G1 

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